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20 fevereiro 2017

Aportes são registrados em 36 reservatórios do Estado


O Açude Caldeirões, em Saboeiro, está sangrando desde quarta-feira da semana passada
 Apesar do quadro meteorológico favorável, dos 153 reservatórios públicos monitorados pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), apenas o Açude Caldeirões, no município de Saboeiro, no Alto Jaguaribe, sangrava neste domingo. A barragem atingiu a sua capacidade máxima na última quarta-feira.
Com as chuvas deste fim de semana no Estado, 36 açudes receberam aportes, entre eles o Castanhão, de acordo com os dados da Cogerh. No levantamento, o aporte totalizou uma variação de volume de 2.629.680 m³. Considerando a estimativa do volume evaporado e liberado no período, considera um aporte de 3.399.408 m³. Os 153 açudes monitorados pelo órgão estão atualmente com 1,17 bilhões m³, o que representa 6,30% da capacidade total que é 18,64 bilhões de m³.
Neste domingo, o Castanhão estava com volume de 33,4 milhões de m³, uma ligeira elevação comparado aos 33,2 milhões de m³ registrados em 3 de fevereiro último. Desde quando o monitoramento passou a ser realizado, em janeiro de 2004, com 31,6 milhões de m³, não havia atingido nível tão baixo.
arte
Entre os reservatórios que receberam aporte, destacam-se Taquara (Cariré), Castanhão (Alto Santo), Ubaldinho (Cedro), Araras (Varjota) e Várzea da Volta (Moraújo). O Açude Caldeirões começou a sangrar; o Martinópole, nessa cidade do noroeste do Estado, deixou o volume morto; enquanto Barra Velha e Cupim (Independência), Monsenhor Tabosa, Penedo (Maranguape) e Premuoca (Uruoca) deixaram de estar secos. Em contraste, o Junco entrou no volume morto.
Atualmente, 134 açudes estão com volume inferior a 30%, sendo que deles 50 estão no volume morto (aquele no qual só conseguem abastecer por meio de bombeamento, devido ao baixo volume); e 35 ainda estão completamente secos. A bacia com maior armazenamento é a do Coreaú, com 28,45%, seguida pela do Litoral (25,53%) e do Alto Jaguaribe (11,04%). Por outro lado, a Bacia do Baixo Jaguaribe permanece com 0%; a do Curu com 1,44%; e a do Banabuiú, com 1,77%.

DN
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