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06 outubro 2018

Ciro encerra 1º turno em seu berço político, Sobral


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O presidenciável Ciro Gomes (PDT) deve encerrar, neste sábado, sua campanha eleitoral em Sobral, Zona Norte do Ceará. Ele vai começar o sábado participando de uma carreata em Fortaleza. No fim da tarde, fará caminhada em seu berço político.

Ontem, o pedetista esteve fazendo campanha em Minas Gerais. Em visita a Uberlândia (MG), Ciro disse que acredita na virada em relação à posição que ocupa nas pesquisas eleitorais.

"Estamos virando o jogo de uma forma absolutamente espetacular. Eu vou trabalhar até as 17h do dia 7 porque é a minha responsabilidade", disse o candidato. "Eu não posso deixar o Brasil cair na mão do fascismo, que nega as liberdades, que destrói a democracia, que não tem ideias e nenhuma experiência para enfrentar o drama do País". Questionado sobre como acabará com a polarização política, ele disse que recorrerá ao exemplo e também ao diálogo.

"Não é possível mais que o ódio e o fascismo sejam a resposta para um antipetismo, porque o PT perdeu a condição política de nos governar a partir de toda a contradição que aconteceu. Ou seja, nós precisamos de um novo caminho".

Ciro participou ainda de caminhada próximo ao terminal central de Uberlândia.

Haddad

Já o petista Fernando Haddad concentrou suas críticas no rival durante agenda de campanha em Belo Horizonte, ontem.

Em uma caminhada pela região de Venda Nova, na capital mineira, o petista acusou seu adversário de "atacar" princípios da Constituição e de realizar uma campanha criminosa "injuriando e difamando pessoas".

"A nossa Constituição tem princípios muito célebres que estão sendo atacados sobretudo pelo Bolsonaro. O Bolsonaro não tem compromisso com a democracia, com a paz e com a verdade", disse Haddad. Questionado sobre como atuaria, até amanhã, para conseguir chegar ao segundo turno contra Bolsonaro, o presidenciável petista disse que usará as redes sociais para combater "a difamação e a injúria" da campanha de Bolsonaro.

"Vamos seguir a vida caminhando pelo Brasil até domingo na expectativa de que possamos ter a oportunidade de um segundo turno para debater com aquele que está fugindo do debate".

Alckmin

Por sua vez, Geraldo Alckmin (PSDB) fez caminhada, ontem, na capital paulista. Ele minimizou a ausência do ex-prefeito de São Paulo João Doria, seu afilhado político, no evento.

Questionado sobre o comportamento de Doria, que da sinais cada vez mais explícitos de que pode apoiar Jair Bolsonaro no segundo turno, Alckmin reiterou ter certeza de que ele passará para a próxima fase.

O ex-governador andou no calçadão entre o Teatro Municipal e a Praça da República, no centro da capital paulista.

Entre as bandeiras que a militância carregava durante o ato, estava a de Doria. Alckmin voltou a se dizer contra uma Constituinte como a proposta por Haddad.

"Perderíamos muito tempo. O Brasil precisa de 3 ou 4 mudanças constitucionais que podem ser feitas no começo do ano que vem", disse o tucano.
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