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06 novembro 2018

Camilo e Girão foram os que mais gastaram para o Governo e o Senado





Nas prestações de contas dos candidatos ao Governo do Estado do Ceará enviadas à Justiça Eleitoral este ano, todos os seis postulantes declararam valores de arrecadação de campanha superiores às despesas. A única exceção, até o fechamento desta edição, foi o governador eleito, Camilo Santana (PT). Ele declarou R$ 4,6 milhões em receitas, frente a R$ 8,4 milhões em despesas.

Camilo, entre os candidatos ao executivo estadual no Ceará, foi também quem mais se aproximou do teto de gastos em campanha estabelecido pela Justiça Eleitoral. Este ano, quem disputou a eleição a governador no estado pôde desembolsar no máximo R$ 9,1 milhões. Com isso, o petista chegou a 92,3% do valor limite.
Atrás dele, aparecem General Theophilo (PSDB), com R$ 3,6 milhões, Ailton Lopes (Psol), com R$ 117 mil, Gonzaga (PSTU), com R$ 31 mil, e Hélio Góis (PSL), com R$ 21,5 mil.
Mikaelton Carantino (PCO), que teve a candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral, chegou a declarar R$ 600 em receitas de campanha, mas não declarou despesas.

Senado
As maiores despesas de campanha entre os candidatos ao Senado Federal foram as de Eduardo Girão (Pros), que conseguiu se eleger junto com Cid Gomes (PDT) no último 7 de outubro. Girão desembolsou R$ 2,29 milhões, conforme divulgado pelo TSE, até o fechamento desta edição.
Ele foi seguido por Eunício Oliveira (MDB), com R$ 1,84 milhão: Cid Gomes, com R$ 1,33 milhão; e Dra. Mayra (PSDB), com R$ 1,25 milhão; Anna Karina (Psol), com R$ 12,5 mil; Pastor Simões (Psol), com R$ 4,75 mil; e João Saraiva (Rede), com R$ 3,14 mil.
No caso dos candidatos a senador, o teto estabelecido pelo TSE este ano para o Ceará é de R$ 3,5 milhões. Eduardo Girão, que foi quem mais se aproximou desse limite, gastou 65,4% do total permitido.

Assim como o correligionário Mikaelton Carantino na disputa pelo executivo estadual, Alexandre Barroso (PCO) declarou receitas de campanha ao TSE (R$ 4 mil), mas não chegou a discriminar valores de despesas.

Em nenhuma das prestações dos candidatos – considerando tanto os que disputaram o Governo do Estado quanto o Senado – o valor de receitas bate exatamente com o de despesas. Eles têm até as 19 horas de hoje para regularizar quaisquer detalhes que ainda precisam ser acertados, considerando o período limite estipulado pela Justiça Eleitoral.
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