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28 fevereiro 2019

Morte de forma violenta poderá levar dor e revolta aos moradores do Norte do Ceará




Perder um ente querido, ou simplesmente uma pessoa conhecida por morte violenta poderá levar não somente dor da perda, mas também a de um possível descaso das autoridades do estado do Ceará. É que a Coordenadoria de Medicina de Legal (Comel) antigo IML de Sobral está sem  carros rabecões. Os dois veículos, segundo um funcionário daquele órgão estão quebrado por falta de manutenção. Para fazer o traslado de um cadáver da região da Ibiapaba, que faz parte da abrangência de Sobral, foi necessário acionar o rabecão da cidade de Tauá, região dos Inanhamus, distante cerca de 5 horas de Sobral. “Um dos carros rabecões, se encontra parado no posto da Polícia Rodoviária Federal (PRE) a caminho de Fortaleza e o outro está quebrado no estacionamento da Comel”, se reportava um funcionário da Coordenadoria, na Rádio Paraíso FM.
 Em outubro de 2008, situação idêntica aconteceu em Sobral quando os dois rabecões usados no traslado de corpos pararam por problemas mecânico. Por conta disso, os cadáveres passaram a ser transportados em veículos particulares e em carro de funerárias, como foi o caso do motorista do ônibus, Agnaldo Sousa Barbosa, assassinado, naquela ocasião na BR-222.


Inaugurado em 2006, no governo Lúcio Alcântara, o antigo Instituto de Medicina Legal, era uma reivindicação de todos os moradores dos 50 municípios da região Norte do Estado. Antes da construção do prédio, os corpos eram necropsiados numa antiga garagem que ficava no prédio, onde está instalada a Delegacia da Mulher. Os exames a noite aconteciam a “luz de vela”.

Blog Wilson Gomes 
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