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13 agosto 2019

Fortaleza vence CSA por 2 X 0 em Marceió






Em Maceió, um novo capítulo da história tricolor na Série A do Brasileiro. Municiado com um técnico interino, um novo comandante a caminho e um esquema tático diferente, o Fortaleza encarou o jogo contra o CSA como um recomeço após a saída de Rogério Ceni e venceu o time alagoano, ontem, por 2 a 0, no Estádio Rei Pelé, em jogo válido pela 14ª rodada da competição. Os gols de Bruno Melo e Osvaldo trouxeram respiro na tabela para o Leão, além do fim de uma sequência de três partidas sem vitórias no Brasileirão.

O resultado também encerra um tabu de 18 anos sem triunfar sobre o Azulão, somando nove partidas. Agora, o Tricolor sobe para a 12ª posição, com 17 pontos - ficando seis à frente da zona de rebaixamento, cujo primeiro integrante é o Cruzeiro. No próximo sábado (17), já sob o comando de Zé Ricardo, o time encara o Internacional, na Arena Castelão, às 17 horas.


Sem padrão

O Fortaleza foi irreconhecível no primeiro jogo sem Ceni. Adotando o 4-3-3 com Mariano Vázquez entre os titulares, o time não conseguiu desenvolver ações no campo de ataque e fez uma partida fraca tecnicamente. Com os jogadores espaçados em campo, as investidas eram previsíveis e facilmente interceptadas pelos seguidos erros de passe.

Adotando o contra-ataque como principal arma diante de um rival muito enfraquecido, faltava organização na equipe para conseguir se impor e trazer velocidade ao duelo. Com pouca posse de bola, chegou a ser agredido e foi salvo pelas boas participações de Felipe Alves. Na posse, os 36% na etapa inicial refletiram na baixa produção, que rendeu apenas quatro finalizações.

A incompetência do adversário, no entanto, se sobressaiu, com o Leão sendo cirúrgico nas chances que teve. Primeiro, com Bruno Melo aproveitando cruzamento de Juninho em cobrança de falta. Depois, foi a vez de Edinho aproveitar um vacilo de Carlinhos para dar os números da etapa inicial: mais frutos de tropeços que acertos em campo.

Fôlego e displicência

Com o resultado preliminar, o Fortaleza se soltou em campo e até tentou ousar no terço final do gramado, com linhas de marcação mais avançadas durante o segundo tempo.

A superioridade do elenco então foi evidente, mas há de se ressaltar a displicência com que Wellington Paulista, Quintero e Romarinho desperdiçaram lances frente ao arqueiro Jordi, que trabalhou com segurança durante a partida.

Do apresentado, a manutenção do ritmo nos minutos finais e a defesa não vazada são os elementos de destaque.
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