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03 dezembro 2016

Uma triste volta




A bandeira da Chapecoense adornava os caixões que deixaram a cidade de Medellín. São esperados mais de 100 mil pessoas no velório dos atletas, em Chapecó ( FOTO: AFP )
As três aeronaves Hércules da Força Aérea Brasileira (FAB) foram até a Colômbia para levar os corpos até Chapecó, onde neste sábado será realizado o velório. A última viagem das vítimas do voo da companhia aérea colombiana LaMia começou por volta das 12h40 de Medellín, onde saíram da funerária em cortejo à base militar do aeroporto, cerca de 35km distante. Nas duas horas de deslocamento, mais carinho e comoção.
Os colombianos saíram às passarelas e ruas para aplaudir. Alguns carregavam bandeiras ou camisas do Nacional de Medellín, time que enfrentaria a Chapecoense na final da Copa Sul-Americana, na quarta-feira. Outras pessoas levaram nas mãos lenços brancos.
Nas casas, bandeiras do Brasil e muita gente no portão acompanhou atentamente o cortejo, que fez a prefeitura fechar as ruas para o trânsito.
Na chegada à base área, militares brasileiros e colombianos se uniram para a cerimônia. No trajeto, o aeroporto ficou silencioso. Apenas os acordes tristes da corneta demarcavam o lento avanço dos corpos. A bandeira da Chapecoense adornava o caixão. O escudo do clube, aliás, estava bordado no uniforme de alguns militares.
Os aviões saíram de Medellín e seguiram por um voo de quatro horas de duração para Manaus. Serão mais 6h30 para Chapecó, onde no funeral, neste sábado, as vítimas voltam a ter uma despedida com emoção.
Estrutura
Cerca de 900 jornalistas, de 15 países diferentes, devem cobrir as homenagens.
Todos os eventos serão acompanhados por um efetivo de segurança de 827 integrantes. A estrutura será composta por 150 policiais militares, 60 bombeiros, 25 policiais rodoviários federais, 20 policiais rodoviários estaduais, 300 oficiais do Exército, 20 policiais civis, 12 agentes de trânsito do município, 40 guardas municipais e 150 a 200 seguranças particulares.

DN
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